Seixal tl;dr
Reuniões
● Reunião nº 125 de dezembro de 2025

Adesão do Município do Seixal à Comunidade Intermunicipal da Península de Setúbal

DECISÕES
5 aprovadas
VOTAÇÕES
2 registadas
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EM DUAS LINHAS

Esta reunião extraordinária da Câmara Municipal do Seixal focou-se na adesão do município à Comunidade Intermunicipal da Península de Setúbal (CIMPS). O Presidente Paulo Silva explicou que esta adesão permitirá maior acesso a fundos comunitários, uma vez que a Península de Setúbal passará a ter uma NUT 2 própria, deixando de estar penalizada por integrar a Área Metropolitana de Lisboa para efeitos de distribuição de fundos europeus. Atualmente, os projetos têm comparticipação de 35-40%, mas com a nova NUT poderão chegar aos 85%. A CIMPS terá competências ao nível do planeamento estratégico, mobilidade, ambiente e desenvolvimento económico, mas mantém-se a participação na AML. A cotização anual será de 50.000 euros, ligeiramente superior aos cerca de 40.000 euros pagos à AML. O processo passou por duas votações: primeiro a revogação da deliberação anterior de 19 de março, depois a aprovação do novo acordo constitutivo. Ambas foram aprovadas com os votos favoráveis da CDU e PS, votos favoráveis da AD, e o Chega absteve-se na primeira votação e votou contra na segunda.

§ 01

Decisões tomadas

§ 02

Votações

Aprovado por maioria

Revogação da deliberação 102/2025 de 19 de março

Revogação da deliberação anterior sobre adesão à CIMPS para permitir aprovação do novo texto consensual acordado entre os municípios

A FAVOR
CDUPSAD
CONTRA
ABSTEVE
CHEGA
Aprovado por maioria

Constituição da Comunidade Intermunicipal da Península de Setúbal

Aprovação do acordo constitutivo e estatutos da CIMPS, criando a nova estrutura intermunicipal para gerir fundos europeus e planeamento estratégico regional

A FAVOR
CDUPSAD
CONTRA
CHEGA
ABSTEVE
§ 03

Quem disse o quê

Carlos Pelado

Manifestou forte oposição à criação da CIMPS, questionando os custos da nova estrutura, as cotizações anuais, e criticando a falta de transparência no processo. Alertou para os riscos de endividamento sem limites da nova entidade e questionou se realmente resolverá as desigualdades na distribuição de fundos. Criticou a concentração da sede em Setúbal e considerou que a CIMPS será apenas mais uma camada burocrática sem efeito prático.

Miguel Feio

Defendeu entusiasticamente a adesão à CIMPS, considerando-a uma reivindicação histórica do PS. Destacou os benefícios do acesso melhorado a fundos comunitários (de 40-60% para 85%), a importância do planeamento estratégico conjunto e a necessidade de uma abordagem distrital em vez de regional. Considerou que os benefícios financeiros superam largamente os custos operacionais da nova estrutura.

Marco Fernandes

Apoiou a criação da CIMPS, explicando que era necessária uma unidade administrativa para corresponder à nova NUT criada. Considerou que a Península de Setúbal estava a ser penalizada por integrar as NUTs da Grande Lisboa apesar de ter PIB inferior. Criticou duramente a AMRS, considerando-a inútil e defendendo que o Seixal deveria também sair desta associação.

§ 05

O que vem aí

  1. 01
  2. 02
  3. 03
  4. 04
✦ COMO FOI FEITO

Este resumo foi gerado por inteligência artificial a partir da transcrição do vídeo original no YouTube. Pode conter imprecisões. Consulta a gravação ou a acta oficial para confirmação.