Ata da reunião de 11 de março de 2026
Aprovação da ata da reunião anterior conforme procedimento habitual
A reunião iniciou com um período de intervenção da população onde munícipes expuseram problemas relacionados com habitação, saneamento, obras em curso e infraestruturas. Destacaram-se questões no Pinhal General sobre fornecimento de energia elétrica pela E-Redes, problemas de inundações e saneamento no Fogueteiro e questões de licenciamento urbanístico. No período antes da ordem do dia, os vereadores abordaram temas como a construção da creche do Pinhal da Cunha, o festival Março Jovem, aumentos nas faturas da água, questões de saúde no concelho e a situação das escolas do agrupamento de Vale de Milhaços. Durante a ordem do dia foram aprovados diversos apoios ao movimento associativo, incluindo suporte ao 17º Encontro Intercultural Saberes e Sabores e contratos programa para construção de creches. Foi também discutido um significativo reforço orçamental para energia elétrica no valor de 2,6 milhões de euros, justificado pela manutenção no mercado regulado que se revela mais vantajoso. A reunião terminou com aprovação de apoios desportivos a clubes locais, incluindo apoio para reparação de danos causados pelas recentes intempéries.
Cumprimentos e início da reunião da Câmara Municipal do Seixal com suspensão da transmissão online.
Retoma da transmissão e início das intervenções dos munícipes inscritos para esclarecimentos.
Paulo Sérgio dos Santos Marques expõe problemas com fornecimento de energia elétrica na zona.
Maria Rosária Lázaro relata problemas de inundações e limpeza de vala junto à habitação.
António Pascoal expõe questão sobre terreno com duas moradas diferentes na rua dos cravos vermelhos.
Rui João Morais Nunes apresenta preocupações de empresa de construção sobre ramais elétricos.
Marta Isabel Pardal Silva questiona demoras no processo de informação prévia desde novembro.
Paulo Alexandra Cerqueira pede informações sobre licenças para transformação de loja em habitação.
Carlos Rodrigues Vieira aborda problemas do aterro e linha de água no Pinhal da Cunha.
Vereadores respondem às questões colocadas pelos munícipes durante o período de intervenção.
Início das intervenções dos vereadores sobre diversos temas municipais e políticos.
Apresentação e votação dos pontos da ordem do dia, incluindo apoios e contratos programa.
Aprovação da ata da reunião anterior conforme procedimento habitual
Isenção de licenciamento, apoio de 5.150€ ao Alto do Moinho e apoios a associações de imigrantes para evento intercultural com participação de embaixadas
Reforço orçamental para manutenção no mercado regulado de energia que se revela 40% mais barato que mercado liberalizado
Apoios ao Brasileiro Rochinal para Seixal Ladies Open, Centro Cultural das Paivas para Copa de Capoeira e Associação Navalorense para reparação de taludes
Abordou três temas: construção da creche do Pinhal da Cunha questionando estudos técnicos sobre escoamento de águas e fundamento para não ter sido solicitado parecer à APA; festival Março Jovem na Quinta da Atalaia questionando custos, protocolos e alternativas em espaços municipais; apresentação de candidaturas ao Horizon Europe, FCT e AML para projetos de sustentabilidade e alterações climáticas.
Propôs criação de mapa de acompanhamento dos assuntos trazidos pelos munícipes nas reuniões. Questionou fixação de profissionais de saúde para novas unidades e propôs casas de função. Abordou situação grave no agrupamento de Vale de Milhaços com problemas de amianto, falta de pessoal, infiltrações e ausência de pavilhão desportivo.
Apresentou análise detalhada sobre aumentos das faturas da água baseada em faturas reais, com aumentos acumulados de 85% contra inflação de 5-6%. Propôs medidas de curto prazo (reforço tarifa social) e estruturais (segundo contador, revisão fórmula saneamento, auditoria AMARSUL). Questionou sobre matilhas de cães no aterro da AMARSUL.
Criticou bandeira nacional não estar hasteada ao sábado. Defendeu revogação da lei 38/2018 sobre ideologia de género, considerando-a ataque às famílias e crianças. Argumentou que crianças não têm maturidade para decisões sobre mudança de género e que progressou não é confundir menores.
Condenou atentado com engenho incendiário na Marcha pela Vida em Lisboa. Questionou sobre visita à casa de munícipe em Vale de Milhaços, problemas na bacia de retenção de Corroios ('maternidade de melgas'), iluminação solar, estacionamento no Seixal e custo do concerto na Quinta da Atalaia.
Concordou parcialmente com revogação da lei 38/2018, considerando que PS se radicalizou em determinados momentos mas está a voltar ao rumo da social-democracia. Espera que Chega também se modere. Defende equilíbrio e consensos em questões sensíveis como disforia de género.
Relatou atividades do CROAX incluindo programa 'CROAX Sai à Rua' e formação para cuidadores de colónias de gatos. Na saúde destacou ações comunitárias, caminhada pela saúde mental juvenil e reeleição do presidente para Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis. Contestou encerramento de urgências de obstetrícia.
Proprietário de um lote no Pinhal General que investiu poupanças e crédito bancário para construir uma casa para venda. A E-Redes não está a fazer ramais elétricos na zona, o que impede escrituras e consequentemente o recebimento do dinheiro. Representa dezenas de construtores e centenas de casas, num negócio de milhões de euros. Pede papel mais ativo da Câmara para resolver a situação pois não consegue fazer escrituras nem pagar empréstimos.
Presidente confirma que já responderam e estão a ter posição ativa no assunto.
Proprietários de vivenda na Avenida Resistentes Antifascistas com vala encostada à casa. Durante as cheias recentes, a vala atingiu alturas absurdas e houve saída de esgoto para o quintal, inundando anexos com águas residuais. A vala continua suja, a água continua a subir com as chuvas vindas do rio Judeu, e o muro está a ceder. Na sarjeta da estrada principal existe uma tampa de esgoto aberta com águas residuais. Compraram casa recentemente e sentem-se desiludidos com a situação.
Vereadora Maria João Costa explica que já houve deslocações do executivo, correção de anomalia de afluentes domésticos, grande investimento na limpeza do rio Judeu e que vão continuar com limpeza regular. Disponibiliza-se para conversar no intervalo sobre a questão do muro.
Morador na Rua dos Cravos Vermelhos onde havia um anexo que foi transformado em vivenda. Os proprietários tiveram que ceder terreno à câmara para fazer uma estrada para quatro casas. O anexo que não tinha metragem para construção passou a vivenda aproveitando os metros do terreno cedido. O seu terreno tem agora duas moradas - Rua dos Cravos Vermelhos e Rua das Orquídeas, o que considera incorreto.
Vereador Joaquim Tavares indica que será verificada a questão da fiscalização sobre o terreno municipal e que a questão da morada será definida em sede de operação urbanística.
Gerente de microempresa de construção civil que abraçou projeto no Pinhal General. Iniciaram obras em junho de 2025, pediram ramal elétrico em janeiro e descobriram problema gravíssimo. São 50 casas, 20 construtores, representam 18 milhões de euros. Tem dois CPCVs, recebeu 200.000 euros e deve entregar casas em julho de 2026. A AUGI e E-Redes não se conseguem entender. Como é que a Câmara dá comunicações prévias sem garantir infraestruturas? São 41 famílias com crianças e impostos a pagar. Empresa tem 10 funcionários, não são investidores internacionais. Comprou mais três lotes e não sabe o que fazer à sua estrutura.
Vereador Joaquim Tavares explica que fizeram reunião com AUGI, vão insistir em reunião urgente com E-Redes para discutir a situação. A Câmara vai ser mediadora entre as partes - E-Redes (licenciadora) e comissão de administração da AUGI (executante).
Processo nº 1192/B/2025 iniciado em 13 de novembro de 2025 com pedido de informação prévia. Orçamento aumentou 21.000 euros, empreiteiro considera desistir, banco deu limite e prazos. Houve contradições: primeiro foi dito para fazer licenciamento, depois arquiteta Ana Luísa disse que podia ser só comunicação prévia. Tem filho de 4 anos para inscrever na escola e precisa de tomar decisão baseada no tempo de resolução. Pede ajuda genuína para resolver confusão num processo que deveria ser simples.
Vereador Joaquim Tavares compromete-se a ver o que retardou a resolução e procurar resposta célere quando possível.
Proprietário com três sócios de loja na Quinta do Batateiro na Rua da Lapa que foi transformada em habitação. Pediram alteração de loteamento, licença de obras e utilização. Processo iniciou em janeiro de 2025, esteve meses no gabinete de arquiteta. São os terceiros clientes a desistir porque não conseguem dar data para CPCV. A Câmara não dá data para emissão das licenças. Precisa de saber quando terão licença para marcar CPCV, pois em 7-8 meses perderam três clientes.
Vereador Joaquim Tavares não tem nota do processo mas compromete-se a procurar em que pé está e tentar ultrapassar a situação com os serviços.
Questiona a narrativa sobre o aterro sanitário e fez apelo a várias entidades incluindo presidente José Sócrates, proteção civil, tribunal de Almada sobre providência cautelar que dura há 2 anos. No Pinhal da Cunha, a linha de água do coletor 58 que vem de Belverde encheu muito com as chuvas, recuou à quarta-feira prejudicando moradias. Continuam a depositar terra na linha de água que é camarária. Quer reunião com vereador da fiscalização. A água deveria passar pelo aterro sanitário mas está a ser retida, dando hipótese de dizerem que não há água numa linha de água. Consultaram-no em reunião de 2020 sobre juntar célula B com C numa linha de água forte.
Presidente informa que no dia 9 de março de 2025 a ERSAR atribuiu à AMARSUL selo de qualidade pela boa gestão do aterro. Sobre providência cautelar, nunca teve uma a demorar 2 anos, mas advogados dizem que processo está para ser marcado. Discorda sobre infraestruturas do Pinhal da Cunha - eram os proprietários/comissão de administração que tinham que fazer, não a Câmara, nos termos da lei das AUGI.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial a partir da transcrição do vídeo original no YouTube. Pode conter imprecisões. Consulta a gravação ou a acta oficial para confirmação.