Marta Silva
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Respondeu à declaração da PS com declaração política própria, argumentando que a direita que André Ventura representa cresceu significativamente e tem legitimidade. Defendeu que Ventura surgiu devido ao fracasso das políticas do PS, criticou o legado de António Costa e argumentou que a vitória de Seguro foi baseada no medo e não num projeto positivo para o país.
Criticou a normalização de prorrogações de contratos de refeições escolares sempre por ratificação e urgência, questionando se o executivo não quer ou não consegue lançar concursos atempadamente. Opôs-se ao financiamento do programa MDM por considerar que mistura ação social com militância ideológica, defendendo neutralidade do Estado.
Questionou a preparação do município para implementar o novo simplexo urbanístico, alertando para riscos de menos fiscalização prévia e mais problemas futuros. Perguntou sobre recursos humanos na fiscalização, atualização de regulamentos municipais e garantias de segurança jurídica para os munícipes.
Criticou o plano de prevenção de riscos por identificar 57 riscos intoleráveis sem implementação efetiva de medidas corretivas. Questionou os procedimentos concursais para cargos dirigentes, defendendo maior transparência e critérios objetivos para evitar favorecimentos políticos.
Considerou o orçamento uma réplica dos anteriores, criticando especialmente a manutenção do Hospital do Seixal como 'miragem'. Propôs a construção de um centro de saúde com várias valências como alternativa mais viável. Questionou o elevado montante de receitas por cobrar e a gestão dos empréstimos.