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Reuniões
● Reunião nº 147 de novembro de 2025

Primeira Reunião do Novo Executivo Municipal - Discussão de Competências e Funcionamento

DECISÕES
5 aprovadas
VOTAÇÕES
4 registadas
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EM DUAS LINHAS

Primeira reunião de câmara do novo mandato 2025-2029 da Câmara Municipal do Seixal. O presidente Paulo Silva iniciou com um relato das visitas realizadas pelo novo executivo a obras em curso no concelho nos dias 4, 5 e 6 de janeiro, incluindo centros de saúde, escolas, equipamentos sociais e culturais. Durante o período antes da ordem do dia, os vereadores das diferentes forças políticas definiram as suas posições: o Chega assumiu-se como oposição construtiva, o PS manifestou disponibilidade para colaborar no interesse público, e a AD criticou a falta de transparência em negociações pós-eleitorais. O presidente esclareceu que houve contactos com PS e PSD para integração no executivo, tendo chegado a acordo com o PS mas não com o PSD. Foram aprovados pontos relacionados com o funcionamento da câmara, incluindo ratificação de despachos, delegação de competências no presidente até 748.196€, apoio técnico aos vereadores com pelouro, e alargamento de vereadores a tempo inteiro. O ponto sobre periodicidade das reuniões foi retirado a pedido da vereadora Marta Silva devido a incompatibilidades com funções parlamentares.

§ 01

Decisões tomadas

§ 02

Votações

Aprovado com voto de qualidade do presidente

Ratificação de despachos do presidente

Ratificação de cerca de 210 despachos do presidente durante período de gestão limitada, incluindo bolsa de estudo e aquisições para eventos municipais.

A FAVOR
CDU
CONTRA
CHEGAAD
ABSTEVE
PS
Aprovado com voto de qualidade do presidente

Delegação de competências no presidente

Delegação de competências no presidente para autorizar despesas até 748.196€, valor limite antes da necessidade de visto do Tribunal de Contas.

A FAVOR
CDU
CONTRA
CHEGAAD
ABSTEVE
PS
Aprovado por maioria

Apoio técnico aos vereadores com pelouro

Aprovação da possibilidade de contratar apoio técnico especializado para vereadores a tempo inteiro com pelouros atribuídos.

A FAVOR
CDUPS
CONTRA
CHEGA
ABSTEVE
AD
Aprovado por maioria

Alargamento de vereadores em permanência

Aprovação da possibilidade de alargar até mais dois vereadores a tempo inteiro e um em meio tempo no executivo municipal.

A FAVOR
CDUPS
CONTRA
CHEGA
ABSTEVE
AD
§ 03

Quem disse o quê

Marta Silva

Agradeceu a forma como foram acolhidos e as visitas realizadas. Definiu a posição do Chega como oposição firme, séria, construtiva e propositiva. Defendeu rigor financeiro, transparência, planeamento urbano de qualidade, mais habitação acessível, segurança e apoio aos empresários locais.

Miguel Feio

Saudou os novos eleitos e definiu a postura do PS como responsável e cooperativa. Defendeu que o resultado eleitoral criou um concelho plural que exige maturidade e compromisso. Manifestou disponibilidade para colaborar em soluções que melhorem a vida das pessoas, mas com autonomia de pensamento.

Elisabete Adrião

Elogiou a melhoria da qualidade de imagem das reuniões e apelou a que o mandato seja pautado pela ética e elevação do debate. Defendeu que o diálogo, respeito mútuo e cooperação devem ser os pilares do trabalho, com foco no interesse público e coletivo.

Bruno Vasconcelos

Questionou a Fundação Renal Portuguesa e a Nacional 378. Criticou a falta de transparência do PS nas negociações pós-eleitorais, argumentando que deviam ter sido claros sobre disponibilidade para acordos. Defendeu propostas de horários pós-laborais para reuniões, transparência nas delegações de competências e apoio técnico para todos os vereadores.

Joaquim Tavares

Saudou o resultado eleitoral que deu vitória maioritária à CDU. Defendeu que irão continuar na senda do progresso do concelho e cumprimento do programa apresentado. Criticou as outras forças políticas por não conseguirem convencer a população com as suas propostas.

Nuno Capucha

Criticou a coligação CDU-PS como 'velha política do costume' após anos de confronto entre os dois partidos. Defendeu que o Chega está para fazer verdadeira oposição. Questionou os custos elevados da tomada de posse e aniversário do concelho, considerando-os exagerados face às necessidades sociais.

Marco Fernandes

Criticou a 'coligação destrutiva' entre Chega e AD, defendendo que o PS faz 'coligação positiva' para servir os interesses da população. Afirmou que não precisam de 'tachos' e que estão disponíveis para construir soluções, rejeitando o que considerou uma abordagem meramente destrutiva da oposição.

§ 05

O que vem aí

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  2. 02
  3. 03
  4. 04
✦ COMO FOI FEITO

Este resumo foi gerado por inteligência artificial a partir da transcrição do vídeo original no YouTube. Pode conter imprecisões. Consulta a gravação ou a acta oficial para confirmação.