Alterações ao PDM - atualização de condicionantes
Proposta técnica para atualizar a planta de condicionantes com novos decretos-lei e pareceres de entidades, permitindo melhor informação aos munícipes nos seus projetos
Esta reunião de câmara decorreu com a ausência do Presidente Paulo Silva por motivos pessoais, sendo conduzida pelo Vice-Presidente. Durante o período de intervenção pública, vários munícipes expuseram problemas relacionados com processos de licenciamento urbanístico que se arrastam há anos sem resolução. Os principais pontos da ordem de trabalhos incluíram a aprovação de alterações ao PDM para atualização de condicionantes, a aprovação do Plano Municipal para o Desenvolvimento em Saúde 2024-2030, e diversos contratos programa com associações locais. O partido socialista votou contra as alterações ao PDM por considerar insuficiente o acesso à informação técnica de suporte. Foram também aprovados apoios financeiros a várias coletividades para marchas populares e atividades desportivas.
Proposta técnica para atualizar a planta de condicionantes com novos decretos-lei e pareceres de entidades, permitindo melhor informação aos munícipes nos seus projetos
Documento estratégico elaborado pelo gabinete Seixal Saudável com participação de parceiros, definindo intervenção municipal na saúde para os próximos 7 anos
Apoios financeiros para requalificação de instalações desportivas e construção de novo complexo desportivo em Fernão Ferro
Questionou sobre desmatação de terreno em Fernão Ferro, desbaratização de coletores na Rua Cidade de Braga, e apoio financeiro às marchas populares das escolas vs associações. Também questionou porque o centro de convívio de Valos não foi aceite nas festas populares.
Questionou pela terceira vez sobre fiscalização de alojamentos locais no concelho. Referiu que existem 353 registados mas a câmara nunca fez vistorias obrigatórias por lei. Também questionou sobre distribuição de propaganda política do PCP nas instalações da câmara.
Questionou sobre o parque da Quinta da Vinha em estado de degradação, ponto de situação da alternativa à EN10, e reunião com AIMA sobre imigração ilegal. Manifestou discordância com o método de financiamento de obras através de associações.
Destacou iniciativas realizadas como comemorações do Dia da Criança, mostra de teatro escolar, Seixal World Music, feira de voluntariado, reunião do conselho Seixal saudável e exposições culturais. Valorizou o trabalho dos funcionários da autarquia.
Criticou a falta de resposta a requerimentos há 11 meses, questionou vistorias técnicas de alojamentos locais, e criticou a contratação de serviços externos em vez de abrir concursos para quadros da câmara. Sobre o plano de saúde, questionou indicadores e ausência da UCSP Amora.
Homenageou Sales Luís e Manuel Sezões, falecidos. Criticou privatização da Mar Sul e aumento de tarifas. Elogiou o torneio do Focir pelo caráter gratuito e inclusivo. Apresentou contratos programa para desporto e bem-estar animal.
Veio expor pela segunda vez a situação do pedido de licenciamento do projeto com processo B-2009/2. O processo continua há mais de 12 meses sem deferimento ou indeferimento. Considera que está a ser discriminada porque outros projetos na rua foram aprovados sem condicionantes. Fez pedido de informação prévia antes de contratar arquitetos e nunca lhe foi referida a condicionante do alcatroamento da rua. Vai retirar o processo e recorrer ao Simplex, bem como apresentar queixa no livro de reclamações e exposição a outros organismos públicos.
O Vice-Presidente agendou reunião para dia 20 do mês com os técnicos para analisar a situação.
Faz parte da comissão de proprietários da AUGI A3-17G/97 há 28 anos. São apenas 19 lotes e 9 proprietários que lutam para resolver o problema. Têm infraestruturas (alcatrão, luz, lotes registados) e fizeram cedências à câmara. Quatro proprietários já faleceram sem ver o problema resolvido. Em julho de 2022 entrou o pedido de alvará de loteamento. Depois de mais de um ano deram parecer, fizeram as alterações pedidas, mas estão há 10 meses à espera de pareceres da divisão jurídica sobre cedências para servidão e sobre infraestruturas. Questiona como é possível estar tanto tempo sem resolução quando existem urbanizações com milhares de lotes que conseguem resolver.
O Vice-Presidente agendou reunião para dia 20 do mês para fazer ponto de situação.
Faz parte da comissão da AUGI Quinta do Bispo. Na última reunião de março de 2022 foi criada expectativa de que o problema ficaria resolvido brevemente. Demorou quase um ano para dar o valor das taxas. Têm mais de meio milhão de euros em cheques na mão da advogada, com possibilidade de alguns serem devolvidos por caducidade. Fazem emails sem obter respostas. A câmara assumiu fazer algumas obras que não foram feitas. O processo tem o número 2G.
O Vice-Presidente agendou reunião para o mesmo período dos outros casos.
Processo 2019/3 de pedido de informação prévia no Casal do Marco. Cumpriu todos os pedidos da câmara documentalmente e dentro dos prazos. Em julho do ano passado, reuniu com a arquiteta Helena Sério que disse estar tudo correto e que a decisão seria positiva num prazo curto, o que não aconteceu. Antes de vir a esta reunião, recebeu telefonema de funcionária dizendo que o assunto estava para resolver, mas já passaram 3-4 meses. Considera que estão a gozar com o cidadão.
O Vice-Presidente tomou nota para agendamento de reunião.
Processo de 2020 sobre obras ilegais feitas pelo vizinho numa fachada comum de moradia geminada. O fiscal José Pedro Cruz disse que as obras estavam legais, mas após insistência, o vereador JC Gomes despachou que estavam ilegais e deviam ser demolidas. Os técnicos pediram reformulação para legalizar, dizendo ser uma pérgola. Em 2021 foi confirmado serem ilegais. O processo foi para a divisão jurídica, que em abril devolveu à fiscalização dizendo não saber porque estava lá. Foi multado mas as obras continuam de pé.
O Vereador Henrique Freire explicou os procedimentos legais e comprometeu-se a dar resposta breve através do gabinete de contraordenações sobre os procedimentos possíveis.
Apresentou projeto denominado 'Táxi para Todos' no concelho do Seixal. É motorista de táxi há 2 anos e vê necessidade de reforçar o contingente atual de 39 veículos. O concelho tem 160.000 habitantes com 21,5% de população envelhecida. Pessoas com mobilidade reduzida têm dificuldade em arranjar táxi com condições adequadas, tendo que recorrer a concelhos vizinhos como Almada. Uma ida ao hospital custou 80€ nos bombeiros quando um táxi normal custaria 30-35€. Enviou emails para vereadores mas não teve resposta.
O Vice-Presidente comprometeu-se a agendar reunião com o vereador Alberto Poço da área da mobilidade e transportes.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial a partir da transcrição do vídeo original no YouTube. Pode conter imprecisões. Consulta a gravação ou a acta oficial para confirmação.