Apoio à ARIFA para remodelação de lar
Quinta tranche de apoio para remodelar quartos da estrutura residencial para idosos mais antiga do concelho, com cerca de 30 anos
A reunião da Câmara Municipal do Seixal foi dominada pela resposta às graves intempérias que afetaram o concelho, com o presidente Paulo Silva a elogiar o trabalho dos funcionários municipais e bombeiros. Foram aprovados vários apoios sociais e contratos, incluindo apoio à ARIFA para remodelação de lar de idosos, contrato para refeições escolares e protocolos de cooperação. O período de intervenção do público revelou problemas significativos nos serviços de urbanismo, com cidadãos a queixarem-se de atrasos de meses em pedidos de informação prévia e licenciamentos. Houve também preocupações sobre as condições da escola Quinta do Conde de Porto Alegre, onde alunos estão em contentores sem cobertura adequada. A reunião incluiu ainda declarações políticas sobre as eleições presidenciais, com posições divergentes entre PS e Chega sobre os resultados eleitorais.
Presidente abre reunião prestando solidariedade às vítimas das intempérias e elogiando trabalho dos funcionários municipais
Cidadãos expõem graves atrasos em pedidos de informação prévia e licenciamentos urbanísticos
Encarregada de educação denuncia falta de cobertura e condições inadequadas para crianças em contentores
Vereadores intervêm sobre intempérias, problemas nas escolas e questões de infraestruturas
PS e Chega fazem declarações antagónicas sobre resultados das eleições presidenciais
Discussão e aprovação de apoios à ARIFA, contratos educativos e abertura de concursos públicos
Debate sobre apoio de 161.500€ para gestão de atividades desportivas e transportes do movimento associativo
Quinta tranche de apoio para remodelar quartos da estrutura residencial para idosos mais antiga do concelho, com cerca de 30 anos
Adjudicação definitiva para fornecimento de refeições em escolas básicas de 2º e 3º ciclo e secundárias, após revogação de deliberação anterior
Abertura de 9 concursos para postos de trabalho municipais incluindo técnico superior, jurista, auxiliares educativos, médico veterinário e técnico de biblioteca
Protocolo único substituindo vários protocolos anuais, para apoio a transportes, consultoria jurídica, atividades desportivas e gestão de 900 iniciativas anuais
Alertou para problemas na Escola Pedro Eanes Lobato com infiltrações desde 2024, situação agravada com turmas em rotatividade desde 5 fevereiro. Questionou situação da creche Pinhal da Cunha com linha de água. Preocupação com EN378 e necessidade de articulação com Infraestruturas de Portugal. Problemas na Fábrica da Pólvora afetando segurança dos trabalhadores.
Criticou falta de prevenção nas cheias, questionando porque problemas se repetem anualmente apesar de riscos conhecidos. Alertou para sarjetas não ligadas à rede pluvial em Vale Milhaços. Queixou-se de demora na reparação de buraco perigoso (15 dias). Pediu colocação do seu email na página de vereadores.
Questionou regulamento das piscinas que deixou de compensar utilizadores por aulas canceladas. Criticou falta de planeamento na escola Porto Alegre. Perguntou sobre seguros municipais para desastres e medidas estruturais anti-cheias. Preocupação com ETAR Fernão Ferro em caso de cheias.
Queixou-se que propostas do Chega não aparecem em assembleia municipal. Questionou preparação da proteção civil para emergências: locais para desalojados, geradores para equipamentos essenciais, comunicações alternativas como Starlink. Criticou postura de outros autarcas durante tempestades.
Fez declaração política sobre eleições presidenciais, defendendo que vitória de António José Seguro representa rejeição do extremismo. Criticou discursos discriminatórios e anti-imigração. Comprometeu-se a combater discursos de ódio no concelho.
Respondeu com declaração política defendendo crescimento da direita representada por André Ventura. Criticou legado de António Costa e PS, argumentando que Ventura surgiu para confrontar falhanços socialistas. Considerou vitória de Seguro baseada no medo da mudança.
Submeteu pedido de direito à informação sobre terreno na Rua Quinta de Cima no dia 26 de setembro de 2025, há mais de 4 meses. Tem contrato de promessa compra e venda condicionado a estas informações. Recebeu resposta após 132 dias que não responde às 11 perguntas específicas feitas, apenas lista legislação genérica. Perguntou sobre comunicação prévia, área do terreno, número de fogos, área máxima de construção e compensações urbanísticas, mas não obteve respostas concretas. Proprietários estão a perder paciência e prazo contratual a esgotar-se.
Presidente pediu cópia do requerimento e resposta para analisar pessoalmente, considerando a situação 'quase surrealista'. Vereador Joaquim Tavares comprometeu-se a ver o processo com máxima urgência e dar resposta célere, admitindo que foram enviadas informações que não respondiam ao solicitado.
Empresa tem processo submetido desde abril de 2025 para reabilitação de 3 edifícios na Rua Cândido dos Reis, criando 19 frações habitacionais. Edifícios adquiridos em 2023 estão degradados há anos. Tiveram reuniões em setembro e dezembro de 2024, submeteram processo em abril 2025, responderam a pedidos adicionais em maio e setembro, mas há 5 meses sem resposta. Pretendem reabilitar zona histórica consolidada.
Vereador Joaquim Tavares comprometeu-se a ver o processo e dar resposta com máxima urgência, reconhecendo que já estão atrasados. Mencionou que irá chamar para reunião se necessário para não repetir situações similares.
Trabalhou 30 anos no edifício da Ponta dos Corvos, sempre manteve tudo organizado e em bom estado. Em 2023 teve que sair devido a hasta pública que exigia 80.000€ de caução. Pessoa que ganhou concurso abandonou o espaço, que está vandalizado. Questiona porque não houve nova hasta pública em 3 anos (2023-2026). Calculou perdas de 40.269€ em contribuições não pagas. Era 'o bem dos pobres' da zona.
Presidente explicou que concessionário prometeu grande investimento (comprou propriedades na Ponta dos Corvos por 1,5 milhões) mas não cumpriu. Já deu instruções para rescindir contrato por incumprimento e lançar nova hasta pública, admitindo que 'não fazemos tudo bem' e que se deslumbraram com o projeto apresentado.
Apresentou dois casos problemáticos: Processo 1125B/2025 de comunicação prévia rejeitado por questão menor (área de janela) e alegada falta de ficheiros DWF que afinal tinham sido entregues. Depois exigiram informação sobre pressão de redes que a própria câmara forneceu nas plantas de cadastro. Reunião de 7 novembro 2024 ficou acordado envio de dados para integração com obras da Avenida do Mar, mas não receberam resposta apesar de contactos com arquiteta Leonor Carvalho. Critica dificuldade de contacto telefónico e falta de resposta a emails.
Vereador Joaquim Tavares comprometeu-se a avaliar os processos e inteirar-se da situação, podendo convocar reunião com técnicos. Reconheceu necessidade de simplificar procedimentos e que número elevado de processos e alterações legislativas criaram constrangimentos.
Quinta vez que vem à reunião sobre resolução pendente desde abril de 2025. Por erro do departamento jurídico, foi informado que não existia dívida sobre lote, mas ao iniciar comunicação prévia apareceu dívida de 6.500€. Apresentou ofício da câmara à agente de execução, mas câmara diz que documento não tem valor. Reuniu com vereador Joaquim Tavares e técnicos em dezembro 2025, enviou documentos provando extinção da hipoteca legal em 20/12/2024, mas câmara mantém cobrança e ameaça execução. Tem 550.000€ bloqueados e não consegue construir.
Vereador Joaquim Tavares confirmou que há elementos novos via advogada que não foram considerados, comprometendo-se a dar resposta procurando ir ao encontro da pretensão, reconhecendo que o erro existe mas há informações que não foram avaliadas.
Há 93 dias fez pedido de informação prévia (processo 1192/B/2025) em 10 novembro. Família vendeu casa e vive temporariamente em caixas aguardando resposta para construir no Seixal. Filho de 4 anos pergunta quando terão a casa. Recebeu contacto indicando que processo saiu da diretoria e será enviado à gestora, mas preocupa-se com novos atrasos se próximo passo também demorar 93 dias em vez dos 30 legais.
Vereador Joaquim Tavares confirmou que irá acompanhar o processo para não atrasar, esclarecendo que transição para gestora não significa resposta imediata. Comprometeu-se a dar resposta célere, chamando antes se necessário.
Crianças transferidas para contentores devido a obras, mas sem cobertura para deslocações. Piso solto e perigoso (criança partiu dente, outra óculos). Sem recreio coberto, crianças passam 5 horas fechadas. ATL sem salas fixas, troca com refeitório. Crianças com necessidades especiais sem salas para terapias. Comida transportada à chuva, funcionárias do portão à chuva. Sem campainha nem telefone. Falta cabides para mochilas. Horários desencontrados deixam crianças à chuva ou sob varandas de prédios.
Presidente explicou que obras mereciam requalificação, visto do Tribunal de Contas demorou 8 meses. Vai instalar mais um monobloco brevemente para apoio e estudam cobertura/telheiro. Reconhece que não há obras sem incómodos mas trabalham para minimizar situação, com investimento de 30 milhões em escolas do concelho.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial a partir da transcrição do vídeo original no YouTube. Pode conter imprecisões. Consulta a gravação ou a acta oficial para confirmação.