Movimentação de contas bancárias municipais
Aprovação de procedimento para movimentação das contas bancárias da Câmara com dupla assinatura de técnicos superiores do departamento financeiro e da tesouraria
A reunião iniciou-se com um extenso período de intervenção do público, onde vários munícipes expuseram problemas relacionados com licenciamentos, obras, adaptações habitacionais e questões de loteamentos. Destacaram-se casos de demoras em processos de licenciamento, problemas com registos de alvarás na conservatória e dificuldades com ligações de energia elétrica. Durante o período antes da ordem do dia, os vereadores debateram questões relacionadas com aumentos das taxas de água e saneamento, com o Chega a criticar a posição do PS numa votação anterior. A vereadora do PS levantou questões sobre a aplicação de coimas na zona da Lubateira, argumentando que a Câmara não teria competência para tal em área de servidão militar da NATO. Na ordem do dia foram aprovados vários pontos, incluindo contratos-programa com associações juvenis, a adjudicação de uma cafetaria no Parque das Lagoas de Fernão Ferro e protocolos para gestão de equipamentos desportivos e pavimentação de arruamentos.
Início da reunião com cumprimentos e explicação do período de intervenção da população
Munícipes expõem problemas com adaptações habitacionais, licenças e questões de loteamentos
Vereador Joaquim Tavares e presidente respondem às questões colocadas pelos munícipes
Vereadores debatem questões sobre aumentos da água e situação da Lubateira
Regresso após intervalo para votação da ata da reunião anterior
Apresentação e discussão dos pontos 4 a 7 sobre finanças e contratos municipais
Vereadora Maria João Macau apresenta pontos sobre habitação, teatro escolar e educação
Vereadora Maria João Costa apresenta protocolos desportivos e de pavimentação
Homenagem ao fadista Carlos Macedo e encerramento da reunião
Aprovação de procedimento para movimentação das contas bancárias da Câmara com dupla assinatura de técnicos superiores do departamento financeiro e da tesouraria
Aprovação de apoios a 15 associações juvenis no montante total de 26.300€ para desenvolvimento de atividades na área da juventude
Aprovação da concessão por 25 anos de cafetaria no Parque das Lagoas de Fernão Ferro por 450€ mensais, com investimento de 79.800€ pelo concessionário
Aprovação de protocolo para gestão do pavilhão municipal do Alto Moinho pelo Centro Cultural e Recreativo do Alto Moinho
Aprovação de protocolo com Associação de Moradores da Quinta das Laranjeiras para pavimentação de arruamentos, com a Câmara a ceder maquinaria e pessoal
Criticou vídeo do PS sobre aumentos da água, acusando o vereador Miguel Feio de ter mudado o sentido de voto após saber da posição do Chega. Disse que o PS votou contra o seu parceiro CDU numa 'jogada política' para aparecer como defensor dos munícipes.
Defendeu a posição do PS sobre os aumentos da água, explicando que não são contra o aumento necessário mas sim contra a forma abrupta como foi feito. Propuseram aumentos faseados para reduzir impacto no bolso dos munícipes, especialmente no terceiro e quarto escalões.
Questionou a aplicação de coimas pela Câmara na zona da Lubateira, argumentando que após decreto-lei de 2017 a competência sancionatória em área de servidão militar da NATO é do Ministério da Defesa, não da Câmara. Criticou demora até 2023 para comunicar situação às autoridades militares.
Questionou regulamento da piscina da Amora sobre pagamento em dias de encerramento, situação dos treinadores que alegadamente trabalham menos horas, necessidade de manutenção exterior da piscina e lamentou morte do fadista Carlos Macedo que não recebeu medalha de mérito em vida.
Destacou o Dia da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas e os 40 anos da rede nacional. Saudou as mulheres pelo Dia Internacional da Mulher, apresentando programa cultural 'Mulheres em Marcha'. Informou sobre preparação do jornal interescolar e feira de projetos educativos.
Relatou atividades desportivas da quinzena, trabalhos de higiene urbana e espaços verdes, obras de água e saneamento, conservação de redes viárias e diversas intervenções em equipamentos municipais. Destacou entrada em funcionamento da central de bombagem de Belverde.
Pediu há ano e meio a adaptação do seu WC para pessoa com deficiência. O processo está parado há mais de um ano, já foram lá engenheiras e técnicos, mas não consegue tomar banho sozinho. A sua esposa trabalha e a filha está na escola. A Dra. Luía Rua disse-lhe que não há mão de obra disponível.
O presidente informou que o processo está para ser lançado, com um valor de obra de 11.610€, financiamento de 4.504€ e a Câmara suportará 7.106,40€. Explicou que há 17 candidaturas e a Câmara está a suportar as diferenças porque o PRR fica abaixo do esperado.
Pediu em janeiro a receção definitiva e redução do valor de caução da urbanização Quinta das Flores. Quer fazer o encerramento da AUGI mas precisa do documento com urgência. Propõe doar aos bombeiros o dinheiro em dívida de algumas pessoas (3 a 6 pessoas com valores baixos) para regularizar a situação e permitir o encerramento.
O vereador Joaquim Tavares disse que vão procurar dar celeridade ao processo. O presidente explicou que a proposta de doação aos bombeiros pode ser possível mas tem que ser deliberada em assembleia geral de aprovação de contas, com acompanhamento do advogado Dr. João Abreu.
Tem conhecimento de alteração à licença de operação de loteamento submetida em 4 de dezembro de 2025, que está pendente e impede a venda do lote 394. Desde setembro de 2025 que pediram licença de utilização sem resposta, apesar do promotor vir todas as semanas à Câmara.
O vereador Joaquim Tavares disse que o processo está em avaliação e que durante a próxima semana vão procurar responder.
Já tem licença de utilização mas há um registo pendente na certidão do alvará que impede qualquer ato notarial nos 498 lotes do loteamento. A conservatória informou que há problemas com o alvará. Pede intervenção da Câmara junto do promotor António Xavier de Lima e da conservatória para resolver a situação, pois muitas pessoas têm financiamentos à construção que não conseguem converter.
O vereador Joaquim Tavares confirmou reunião com o promotor, que disse ter questões para alterar no registo do alvará. A Câmara disponibilizou-se para dar os esclarecimentos necessários. O presidente explicou que houve várias reuniões entre Câmara, advogado do promotor e conservatória, mas a conservadora mudou de conservatória.
É proprietária de dois lotes no Pinhal General onde está a construir quatro moradias que estão vendidas. A E-Redes não faz a ligação do ramal elétrico. Há quatro pessoas na mesma situação e em breve serão dezenas. Pede ajuda da Câmara pois tem de entregar as moradias ou devolver sinais aos clientes.
O vereador Joaquim Tavares explicou que a E-Redes tem questões para ultrapassar e que houve reunião entre E-Redes e a AUGI sobre PTs a instalar. A Câmara vai continuar a acompanhar o processo.
Comprou moradia em Fernão Ferro em outubro de 2021, com promessa de licença até dezembro. Pagou 130.000€ de entrada e mora na casa, mas nunca saiu a licença nem tem escritura. Paga água e luz em nome do construtor. Fez melhoramentos no muro sem autorização e o construtor diz que por isso o processo não anda. Perdeu direito a mais-valias e sente-se enganado.
O presidente disse que é um assunto mais judicial que camarário, que deve ser resolvido em tribunal com o promitente vendedor. Ofereceu-se para falar no intervalo sobre a situação do muro.
Fez pedido de direito à informação em 6 de outubro de 2025 para analisar possibilidade de passar fração de loja para habitação. Já vai mais de 6 meses, vem à Câmara de 3 em 3 semanas, enviou 4 emails desde janeiro, mas não tem resposta apesar dos contactos com a Dra. Fátima Lopes.
O vereador Joaquim Tavares disse que vão procurar responder na próxima semana, reconhecendo que o processo já tem algum tempo na Câmara.
Esteve na reunião de janeiro, o vereador disse que ia ajudar mas até hoje não entregaram a licença de utilização nem a certidão para fazer propriedade horizontal. Só tem até dia 20 para fazer o pagamento senão perde o prédio. Pede que entreguem os documentos com urgência pois já pagaram tudo e entregaram todos os documentos pedidos.
O vereador Joaquim Tavares disse que no intervalo vão ver onde está o processo e dar uma resposta.
Submeteu pedido de informação prévia em 2 de outubro de 2025 para construir uma casa. A data de resposta foi alterada de 24 de dezembro para 10 de março (ontem). Já tem crédito alinhavado com o banco mas se não resolver rapidamente terá de submeter novo empréstimo com condições menos vantajosas.
O vereador Joaquim Tavares disse que vão procurar dar resposta rápida, atendendo ao problema colocado e ao tempo que o requerimento já tem.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial a partir da transcrição do vídeo original no YouTube. Pode conter imprecisões. Consulta a gravação ou a acta oficial para confirmação.