Aprovação da ata de 12 de junho de 2024
Aprovação da ata da reunião ordinária anterior para validação dos procedimentos e deliberações tomadas
A reunião da Câmara Municipal do Seixal foi marcada por várias intervenções de munícipes durante o período de esclarecimento da população, abordando questões relacionadas com loteamentos, adaptações habitacionais e infraestruturas. O Sr. João Santos expôs problemas com o loteamento da Vila Alegre, questionando alterações não autorizadas aos seus lotes e a falta de comunicação clara por parte da Câmara. O Sr. Carlos Monteiro solicitou apoio para adaptação do seu WC, mencionando dificuldades no processo iniciado em 2023. A Sra. Dora Martins apresentou uma situação grave de falta de abastecimento de água na sua habitação, criticando a falta de transparência inicial sobre as condições do terreno adquirido. Durante o período antes da ordem do dia, os vereadores discutiram questões relacionadas com cheias recorrentes, problemas na Estrada Nacional 378, e questões relacionadas com a cobrança de faturas de água. A reunião incluiu também a aprovação de vários contratos-programa de apoio ao desporto e à ação social, bem como protocolos com associações e coletividades.
Aprovação da ata da reunião ordinária anterior para validação dos procedimentos e deliberações tomadas
Apoio financeiro ao Campeonato Futsal do Conselho do Seixal, uma competição gratuita para a população sénior com participação de cerca de 30 coletividades
Apoio financeiro para melhoria de equipamento desportivo na freguesia de Fernão Ferro, dotando o clube de melhores condições para a prática desportiva
Apoio para melhoramento das instalações do clube que tem crescido na sua oferta desportiva, proporcionando melhores condições à freguesia
Aprovação de apoios a várias instituições de solidariedade social que trabalham com pessoas com deficiência, incluindo APCAS, APD, e outras associações especializadas
Apoio à continuidade do projeto para o desenvolvimento das mulheres ciganas portuguesas, mantendo facilitadora a tempo inteiro no Agrupamento de Escolas Paulo da Gama
Criticou a falta de transparência do Presidente, mencionando o caso da Rua Cidade de Braga onde soube por terceiros sobre um projeto de escola. Abordou problemas recorrentes na Estrada Nacional 378, criticando a rotunda do Mercadona e a falta de visão para alargamento da via. Questionou sobre cheias em Santa Marta e se o Hotel Orion será convertido numa zona de logística.
Questionou o ponto de situação do contrato com o Batos Volley Club, pendências com a AmarSul, e problemas de pavimentação na Rua 5ª Júlio Balanco em Fernão Ferro. Criticou a postura do Presidente nas reuniões, defendendo mais diálogo e transparência com a oposição.
Criticou a postura do Presidente, considerando-a ditatorial e desrespeitosa. Abordou problemas com faturas de água e questionou a limpeza de terrenos municipais. Solicitou a distribuição da agenda quinzenal de atividades do executivo e o agendamento de reunião extraordinária sobre isenção de IMI.
Questionou sobre inundações recorrentes no concelho, faturas de água, inauguração do cemitério de Fernão Ferro e da Casa do Benfica. Sugeriu que verbas para associações poderiam ser melhor aplicadas em obras estruturais contra cheias.
Focou-se na saúde mental no trabalho, criticando a falta de políticas proativas nesta área. Questionou números de atendimento dos serviços de urbanismo, considerando-os insuficientes. Abordou questões sobre contratações e nomeações na Câmara.
Respondeu a questões sobre adaptação de habitações e esclareceu procedimentos de candidaturas do PRR. Apresentou vários contratos-programa na área social e defendeu o trabalho dos funcionários da Câmara.
Abordou questões relacionadas com gestão de resíduos, criticando a política nacional que sobrecarrega os municípios. Apresentou contratos-programa desportivos e esclareceu questões sobre equipamentos desportivos e AmarSul.
Deu informações sobre obras em curso, incluindo o Núcleo Urbano Antigo da Arrentela, conduta do Cabalas e saneamento na Verdizela. Respondeu a questões sobre lombas de trânsito e problemas de abastecimento de água.
Questionou o que se passa com o loteamento da Vila Alegre, referindo que técnicos dão informações contraditórias. Mencionou que houve alteração ao loteamento por indicação da Câmara, que foi anulada pela Conservatória em março, e que desde então não há indicações da Câmara sobre como resolver a situação. Disse que é proprietário de alguns lotes que foram alterados de localização sem sua autorização, não tendo a Câmara qualquer documento de autorização para tal. Referiu ter pago análises de projetos que foram rejeitadas devido a estas alterações não comunicadas. Questionou como a Câmara autorizou um loteamento com lotes encostados ao passeio sem estacionamento e a discrepância entre licenças emitidas em 2017 com 300m² de implantação e o loteamento aprovado em 2023 com 150m².
O Presidente Paulo Silva esclareceu que tem havido reuniões entre a empresa AXL e a Câmara Municipal para ultrapassar as questões do registo do alvará na Conservatória. Confirmou que não houve anulação da alteração ao alvará, mas sim uma recusa de registo, e que têm decorrido reuniões técnicas para resolver a situação.
Referiu que em 2023 pediu apoio à Junta de Correios e foi encaminhado para a Dra. Míriam da Misericórdia para adaptação do seu WC. Mencionou que entregou relatórios médicos na Câmara em 2023 e que a sua situação piorou com problemas de visão (lacuna na vista). Disse saber que em agosto foi aberto um concurso para este tipo de situações mas não foi informado. Solicitou uma resposta sobre o estado da sua situação.
A Vereadora Liliana Cunha esclareceu que em agosto abriu o aviso 10 da candidatura PRR para requalificação de habitações, mas que não havia pedido formal do Sr. Carlos na Câmara. Informou que a sua candidatura chegou fora do prazo e que há perspetiva de abertura de novos avisos no próximo ano, oferecendo-se para o acompanhar no processo.
Explicou que comprou um terreno após consultar a Câmara, onde uma arquiteta lhe disse que estava tudo bem para comprar. Vendeu a sua casa, fez o projeto, pagou taxas, construiu a moradia, mas quando pediu água descobriu que o processo estava arquivado sem ter sido informada. Vive numa casa sem água há anos, tendo que ir a casa dos pais tomar banho e usar garrafões de água, com dois filhos que precisam de apresentar-se com higiene nas suas atividades. Descobriu que o terreno está numa AUGI (Áreas Urbanas de Génese Ilegal) e que teria que pagar pela urbanização completa, algo que não lhe foi explicado quando consultou a Câmara antes da compra.
O Vereador Joaquim Tavares informou que o processo deu entrada no serviço e está em avaliação para acelerar o processo e encontrar uma solução, como têm feito para vários munícipes, mesmo não resolvendo a questão da legalização.
Recebeu uma resposta negativa sobre colocação de uma lomba na Rua António Aleixo, onde as crianças saem da escola, com a justificação de que a lomba faz barulho e incomoda os residentes. Considera que não tem cabimento esta resposta, uma vez que outras ruas têm lombas. Também se queixou do parque de estacionamento no Miratejo estar imundo, nunca vendo ser limpo, da estrada da rotunda dos Flamingos estar em mau estado (já cortou um pneu), e de um passeio junto ao clube estar em condições perigosas.
O Vereador Joaquim Tavares explicou que o serviço considera vários aspetos ao avaliar pedidos de lombas, incluindo o barulho emitido, pois recebem reclamações de moradores sobre carros que passam e batem durante a noite. Disse que irá ver o processo e procurar soluções de acalmia do trânsito. O Presidente informou sobre as outras questões: o parque de estacionamento foi visitado recentemente para identificar problemas, a estrada aguarda intervenção da Cimar Sul para resolver questões de saneamento, e o passeio junto ao clube está identificado e será intervencionado.
Referiu ter pedido em 2019 a receção provisória das obras de infraestruturas que estão concluídas desde então. Mencionou que numa reunião com a Câmara acordaram entregar contadores de água, mas recusam comprar acessórios para telecontagem, considerando que se a Câmara quer modernizar deve assumir essa responsabilidade. Criticou a disfuncionalidade e generalização da Câmara nas suas decisões e mencionou erros num edital de venda de lotes que deveriam ter sido informados. Exigiu resposta por escrito sobre estas questões.
O Presidente Paulo Silva informou que a Câmara prescindiu dos contentores para resíduos sólidos urbanos e aceitou fazer obras em falta, mas mantém a necessidade dos contadores de água conforme o alvará de loteamento, considerando o contador como um todo que tem de ser entregue.
Sugeriu a colocação de sinal de trânsito na zona onde foram colocados os ecopontos na Rua de Calchungo, pois tem mobilidade reduzida e pode ser atropelado, queixando-se que muita gente reclama da velocidade dos carros. Também referiu falta de iluminação num jardim, tendo já telefonado para a Câmara sem obter resposta satisfatória.
O Vereador Bruno Santos disse que os ecopontos estão colocados há cerca de três anos e que até então não tinha sido colocada esta questão. Prometeu pedir aos serviços para avaliar a acessibilidade e condições de segurança, procurando melhorar os acessos. O Presidente comprometeu-se a reportar aos serviços a questão da iluminação do jardim para obter feedback urgente.
Este resumo foi gerado por inteligência artificial a partir da transcrição do vídeo original no YouTube. Pode conter imprecisões. Consulta a gravação ou a acta oficial para confirmação.